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sábado, 7 de dezembro de 2013

Tetralogia * Poesia


Tetralogia


Trago comigo:

O que vem das profundezas calmas
O que há nas cavernas antigas

A #Poesia nalma


*


Trago comigo:

A #Poesia que me leva
nas Estradas Siderais

a me teletransportar
Vou a Voar !


* *


Trago comigo:

Uma vontade viva
Uma busca serena
Um calor de revolta

O germe da #Poesia


* * *


Trago comigo:

A solidão da rua
A potência do novo
Um Amor Solidário

Natural #Poesia!


S. R. Tuppan




.*.

sábado, 19 de outubro de 2013

Especial Vinicus de Moraes 100 Anos – 19 outubro 2013


Poética I

De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoite
ço
De noite ardo
.

A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte
.

Outros que contem
Passo por passo
:
Eu morro ontem

Nasço amanhã
Ando onde há espaço
:
Meu tempo é quando.


Vinicius de Moraes


Vinicius de Moraes aos 3 anos, em 1916













O Operário em Construção - Radioficção

adaptada do poema homônimo de Vinicius de Moraes



domingo, 13 de outubro de 2013

Teatro da Vida



teatro da vida


realismo

farsa

crueza

fantasia

sem limite

a beleza

!


S. R. Tuppan


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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Jangada Literária – Sarau na Praia

* ! *


*
Jangada Literária Sarau na Praia 

Música * Poesia * Artes Integradas

Sábado, 28/set, 20h
Beco da Cirrose Porto De Galinhas PE

Durante o dia:
Tenda das Letras 

*
Atrações:

Paulo S. Freire autografando seu livro de Poesias e Pensamentos "Ca Ina" (Mãe Terra na Língua Yanomami)

Recitais Poético-Musicais

Valdir Marino O Cantador de Histórias 
Dedé Seixas, Amarilsom,
S. R. Tuppan & Convidad@s

Atelier Arte Plástica Naziazeno

Espaço Aberto à Livre Expressão 

Comidinhas e Bebidinhas à venda no local!

Entrada Franca!

Tod@s Convidad@s!

* ! *

Contatos:

Paulo S. Freire: 81 8684.3505

S. R. Tuppan: 81 8686.4873 (OI) | 9630.0164 (TIM)

Valdir Marino: 87 9992.1713

Dedé Seixas: 87 9922.2432 | 7130.3332

.*.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O Nome ?



O  Nome ?


Que diferença faz o nome?

Boa pergunta.
O nome é o que se dá à coisa.
A coisa faz o nome.


O nome pode ser autônomo?

Boa questão.
O nome e a coisa.
A coisa se diz no nome.
O nome dá-se à coisa.


Que nome se dá à coisa?

Há coisa sem nome?

Boas perguntas.
O nome da coisa.
Sabe-se tem.
Se não se sabe não tem.


A coisa precisa de nome?

Boa reflexão.

Coisa coisa comum qualquer.
Coisa grande cousa rara.
Cousa com nome sem nome.
Nome se dá nome vem.
Nominadamente a coisa.
Sem coisa sem nome.


Sílvio Romero Tuppan

Boa Viagem, Recife, 08 de agosto de 2013





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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Amor e Completude



Amor e Completude

O verdadeiro Amor é completude
Um Ser em Si ama outro Ser em Si
Amando, se desejam mais e mais
Amiúde. Quando distantes, inda assim

Presentes na livre essência do Ser
Amor, então, se dá de forma plena
Calor de lava na amplidão serena
Os olhos, mais que ver ou dizer, brilham

Perfeita Luz a dar-se aos que se animam
A amar apenas, sem poder ou dano
Tanto mais pleno, quão menos insano

Sem carecer qualquer definição
O vero Amor cedo se manifesta
Na mais autêntica expressão do Ser.

S. R. Tuppan




.*.
!

terça-feira, 2 de julho de 2013

Venereal Venice | Veneza Venérea

~ * ~


Venereal Venice


Ave, The City!
Stage of Revolutions
New Rome where roar
Big notorious lions

City of bridges, of rivers
Beggar bad metropolis
Urge in the wild hills
The fight, victory to avenge

Reefs of the illusions
In your mangroves fade away
Faintest hearts

You dawn wrapped in bloods
Are Indians, children, workers?
No. It's the rage of the Rebellion.


S. R. Tuppan


*


Veneza Venérea

Ave, Recife!
Palco das Revoluções
Nova Roma onde rugem
Famigerados leões

Urbe das pontes, dos rios
Mendiga metrópole má
Urgem nos montes bravios
A luta, a vitória a vingar

Recife das ilusões
Em teus mangues desvanecem-se
Míseros corações

Amanheces em sangues envolta
São índios, crianças, peões?
Não. É o furor da Revolta.

S. R. Tuppan

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quinta-feira, 27 de junho de 2013

De Amor Armado


O Equilíbrio do Mundo - Arte Yanomami

De Amor Armado

(A Thiago de Mello e Poetas Afins)


Não deixemos
que o monstro frio da crueldade
espalhe
sobre o Pomar Humano na Terra
seu gosto ruim.

Apontemos
ao feio dilaceramento
dos espelhos fantásticos da fantasia do Povo

o Sonho
da construção coletiva da Felicidade.

Sejamos
como a gota d'água
molhando o chão do Sertão.

Ou o Sol
no inverno
que nos abre Vida.

Desarmemos
nossos espíritos de ódio

e lutemos
de Amor armados

que contra o sangue
o sangue jorra.

Porque
não há tempo a perder
temos muito a fazer

por Nós
pel@s que se foram
e pel@s que virão.

Havemos de cantar
a Liberdade
sempre

tornando-a comum
como o Pão.

Até que um Dia!

. . .

S. R. Tuppan


S. R. Tuppan, Thiago de Mello e Lucila Nogueira
na Fliporto 2008, em Porto de Galinhas  PE

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sábado, 8 de junho de 2013

amor web * love web




amor web

espaço
cibernético
a bela

olor
sem cor
florida

!

ela
a bela
o computador

*

letras

es
pa
ços


tuppan




love web

cyber
space
the beautiful

she
colorless
smelling
on flowers

!

the beautiful
the better
the computer

*

letters

s
pa
ce
s


                                                      
tuppan


.*.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Soneto de Amor


Recitando no Teatro do Centro Cultural de Garanhuns
Tuppan no Show de Andrea Amorim 04 maio 2013

*

Soneto de Amor

De penetrar em teu profundo sol
Sem desvendar os teus plenos mistérios
Sorvendo o canto dos gozos sérios
Inverto a noite em teu novo arrebol

Em te cantar te sinto mais silêncio
Afago longo do teu braço liso
Se tanta luz é de que mais preciso
Devo guardar teu horizonte pênsil

Fazer sentido qualquer coisa faz
Quero saber é das grandes desordens
As maravilhas que este tempo traz

Por onde vogas com teu reboliço
Poder de aurora sobre o mundo tens
E tens da vida o dom do próprio viço!

S. R. Tuppan

*
Fotos Recitando: Cícero Gomes / Outras: Nayana Cruz
Edição: Tuppan

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