Conheci Moacyr Scliar no início dos anos 2000, no Circuito Cultural Banco do Brasil, montado na praia de Boa Viagem, no Recife, onde vivo.
Após sua palestra sobre o livro A mulher que escreveu a Bíblia – vencedor do Prêmio Jabuti –, recitei meu poema "Se se nasce na vida sem destino".
A demonstrar como gostara, ele fez-me uma elogiosa dedicatória no exemplar que ganhei no sorteio.
Por e-mail, concedeu-me uma entrevista exclusiva para a Revista POÉTICA XXI, criada por mim e então coeditada com o advogado e escritor Antônio Campos, da Academia Pernambucana de Letras, presidente do Instituto Maximiano Campos (IMC) e curador da Fliporto – Festa Literária Internacional de Pernambuco.
Enviei-lhe-a pelo correio, anexando um pôster da capa com destacada chamada para a nossa entrevista.
Ainda nos encontramos, tempos depois, em uma palestra dele na Fundação Joaquim Nabuco – Fundaj, no bairro de Apipucos, na Veneza Brasileira.
E uma última vez, na Fliporto, em novembro passado, em Olinda. Apertamo-nos as mãos e fizemos uma foto desse nosso (ainda insabido) derradeiro encontro.