quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Aaron Swartz Vive ! 🌟 Guerilla Open Access Manifesto

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Aaron  Swartz  Vive !

#aaronswlives


Nas Terras da Poesia, onde nasci e vivo,
diz-se que Poeta não morre, se encanta!

Poesia na breve e intensa e para sempre 
perene  Vida de Aaron Swartz,
Gênio das Tecnologias da Informação
e da Comunicação e da Política contemporâneas.

Tal qual o grande inventor e gênio brasileiro 
Alberto Santos Dumont, que não patenteava
suas invençõesAaron liberava
suas criações para o uso comum de tod@s,
não pretendendo lucrar com isto, como faz a maioria.

Interessado na difusão e no compartilhamento
da informação e do conhecimento,
não queria ser um milionário.

A ele, a nossa simples e eterna homenagem,
junto com uma profunda gratidão
e um enorme pedido de perdão,
por não termos conseguido evitar
o que fizeram a ele a estupidez e a crueldade
do sistema dominante em nossa época.

Nas mentes e nos corações de tod@s @s que cultivam
a consciência crítica, defendem o compartilhamento
das informações e dos Saberes e lutam pela Liberdade;

e até mesmo no uso de suas criações por aqueles
que não gostavam das suas ideias e crenças;

enfim, em todos os lugares e enquanto soprarem
os ventos da Imaginação e da Verdade,

Aaron Swartz Vive !

#aaronswlives




O Movimento continua !  


Aaron Swartz e o Manifesto 
Guerrilha do Acesso Livre

Em 2008, indignado com a passividade dos cientistas 
com relação ao controle das informações por grandes corporações,
Swartz publicou um manifesto intitulado
Guerilla Open Access Manifesto 
(Manifesto Guerrilha do Acesso Livre).

Trata-se de um texto altamente revolucionário, 
que se encerra com um chamado:

 Não há justiça em seguir leis injustas.
É hora de vir à luz e, na grande tradição 
da desobediência civil, declarar nossa oposição 
a este roubo privado da cultura pública.

Precisamos levar informação, 
onde quer que ela esteja armazenada, 
fazer nossas cópias e compartilhá-la com o mundo.

Precisamos levar material que está protegido 
por direitos autorais e adicioná-lo ao arquivo. 
Precisamos comprar bancos de dados 
secretos e colocá-los na Web.

 Precisamos baixar revistas científicas e subi-las 
para redes de compartilhamento de arquivos.

Precisamos lutar pela Guerilla Open Access.

Se somarmos muitos de nós, não vamos apenas 
enviar uma forte mensagem de oposição 
à privatização do conhecimento vamos 
transformar essa privatização em algo do passado.





Demand Progress: http://demandprogress.org

Justiça para Aaron: suporte à Lei de Aaron:


Subject Justice for Aaron ~ http://abre.ai/lxj

Aaron's death was tragic and unnecessary.
Please help us make sure something like this 
never happens again by:

1) Support and cosponsor Aaron's Law 
and further amend the Computer Fraud and Abuse Act 
to make sure nobody's prosecuted 
for victimless alleged crimes.

2) Supporting an inquiry into Aaron's case and other
abusive prosecutions - and punish all wrongdoing.


Tweets in English:

pls RT  Aaron Swartz Lives! #aaronswlives  Demand Justice for #aaronsw:

http://abre.ai/lxp on @demandprogress



Tuítes em Português:

RT  Justiça para #aaronsw: + fazer inquérito sobre sua persguição
http://abre.ai/lzA via @demandprogress

RT  Aaron Swartz Vive! #aaronswlives - Justiça para #aaronsw:
http://abre.ai/lxp via @demandprogress

*


Remember Aaron Swartz:


Aaron Swartz: Vídeo Palestra How We Stopped SOPA:

http://www.youtube.com/watch?v=Fgh2dFngFsg

Aaron Swartz in Wikipedia:


Aaron Swartz Photos ~ http://abre.ai/lxM




Manifesto Guerrilha do Acesso Livre:


Informação é poder.
Mas, como todo o poder, há aqueles 
que querem mantê-lo para si mesmos.

A herança inteira do mundo científico e cultural,
publicada ao longo dos séculos em livros e revistas, 
é cada vez mais digitalizada e trancada 
por um punhado de corporações privadas.

Quer ler os jornais apresentando 
os resultados mais famosos das ciências? 
Você vai precisar enviar enormes quantias 
para editoras como a ReedElsevier.

Há aqueles que lutam para mudar esta situação.
O Movimento Open Access tem lutado 
bravamente para garantir que os cientistas 
não assinem seus direitos autorais por aí; 
mas, em vez disso, assegurem que o seu trabalho 
seja publicado na internet, sob termos 
que permitam o acesso a qualquer um.

Mas, mesmo nos melhores cenários, 
o trabalho deles só será aplicado 
a coisas publicadas no futuro. 
Tudo até agora terá sido perdido.

Esse é um preço muito alto a pagar. 
Obrigar pesquisadores a pagar 
para ler o trabalho dos seus colegas? 

Digitalizar bibliotecas inteiras, mas apenas
permitindo que o pessoal do Google possa lê-las

Fornecer artigos científicos para aqueles 
em universidades de elite do Primeiro Mundo, 
mas não para as crianças no Sul do Globo?
Isso é escandaloso e inaceitável.

Eu concordo, muitos dizem, 
mas o que podemos fazer?
As empresas que detêm direitos autorais 
fazem uma enorme quantidade de dinheiro 
com a cobrança pelo acesso, e é perfeitamente legal  
não há nada que possamos fazer para detê-los.

Mas há algo que podemos, 
algo que já está sendo feito: 
podemos contra-atacar.

Aqueles com acesso a esses recursos  
estudantes, bibliotecários, cientistas  
a vocês foi dado um privilégio. 
Vocês começam a se alimentar 
nesse banquete de conhecimento, 
enquanto o resto do mundo está bloqueado.

Mas vocês não precisam  
na verdade, moralmente, não podem  
manter este privilégio para vocês mesmos.

Vocês têm um dever de compartilhar isso com o mundo.
E vocês têm que negociar senhas com colegas, 
preencher pedidos de download para amigos.

Enquanto isso, aqueles que foram bloqueados 
não estão em pé de braços cruzados. 
Vocês vêm se esgueirando através de buracos e 
 escalando cercas, libertando as informações trancadas 
pelos editores e as compartilhando com seus amigos.

Mas toda essa ação se passa no escuro, 
num escondido subsolo.
É chamada de roubo ou pirataria, 
como se compartilhar uma riqueza de conhecimentos 
fosse o equivalente moral a saquear um navio 
e assassinar sua tripulação.

Mas compartilhar não é imoral é um imperativo moral.
Apenas aqueles cegos pela ganância 
iriam se negar a deixar um amigo fazer uma cópia.

Grandes corporações, é claro, estão cegas pela ganância.
As leis sob as quais elas operam exigem isso  
seus acionistas iriam se revoltar por qualquer coisinha.

E os políticos que elas têm comprado por trás 
aprovam leis dando-lhes o poder exclusivo 
de decidir quem pode fazer cópias.

Não há justiça em seguir leis injustas.
É hora de vir para a luz e, 
na grande tradição da desobediência civil, declarar 
nossa oposição a este roubo privado da cultura pública.

Precisamos levar informação, 
onde quer que ela esteja armazenada, 
fazer nossas cópias e compartilhá-la com o mundo.

Precisamos levar material que está protegido 
por direitos autorais e adicioná-lo ao arquivo.

Precisamos comprar bancos de dados 
secretos e colocá-los na Web.
Precisamos baixar revistas científicas e subi-las 
para redes de compartilhamento de arquivos.

Precisamos lutar pela Guerilla Open Access.

Se somarmos muitos de nós, não vamos apenas 
enviar uma forte mensagem de oposição 
à privatização do conhecimento vamos 
transformar essa privatização em algo do passado.

Você vai se juntar a nós?

Aaron Swartz                                                                                                            
Julho de 2008, Eremo, Itália.
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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Bom Dia, Ano Novo!

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Bom Dia, Ano Novo!


🌟

Amad@s Amig@s!

Alegria!

Saúde, Paz, Amor!

Felicidade, Luz, Poesia!

Convívio Fraternal!

Imaginação, Fantasia!

💫



Ovo Cósmico ~ pintura de Salvador Dalí

~ * ~

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Viva Charlie Chaplin! 🌟 Memória Artística


Chapéu e Bengala de Charlie Chaplin

Há 35 anos, num dia de Natal,
encantava-se o grande Charles Spencer Chaplin,
mais conhecido como Charlie Chaplin, o Carlitos

(Londres, 16 de abril de 1889 Corsier-sur-Vevey
Suiça, 25 de dezembro de 1977):

ator, diretor, produtor, humorista, 
escritor, comediante, empresário, dançarino, roteirista e músico britânico.

Gênio !  Único !  Inesquecível !

É o mínimo que se pode dizer dele.


🌟




Introdução de "Tempos Modernos":

Um de seus filmes mais brilhantes (e da história do Cinema), lançado em 1936, em que o seu famoso personagem "O Vagabundo(The Tramp) tenta sobreviver em meio ao mundo moderno e industrializado.



É considerado uma forte crítica
ao capitalismo, militarismoliberalismoconservadorismo, stalinismofascismonazismo e imperialismo; bem como uma crítica aos maus tratos que os empregados passaram a receber depois da Revolução Industrial.


Nesse filme, Chaplin quis passar uma mensagem social.

Cada cena é trabalhada para que a mensagem chegue aos espectadores verdadeiramente tal qual seja.

E nada parece escapar: a máquina tomando o lugar dos homens, as facilidades que levam à criminalidade, à escravidão.

O amor também surge, quase paternal: o amor de um vagabundo por uma menina de rua.

Modern Times ~ Factory Scene (HD)




Tempos Modernos

(filme completo, em Espanhol):

http://abre.ai/kR0




Charlie Chaplin ~ Modern Times: Full Documentary


By Philippe Truffault with the participation of Luc & Jean-Pierre Dardenne



🌟

O Grande Ditador (1940)


O Grande Ditador foi um filme feito por Charles Chaplin para criticar Hitler e o nazi-fascismo e que, segundo alguns, preparou a opinião pública norte-americana, abrindo as portas para a entrada dos EUA na guerra.

No filme, Chaplin representa dois papéis: o ditador Adenoid Hynkel e um barbeiro judeu.

Chaplin estudou tão minuciosamente os trejeitos de Hitler para imitá-lo na tela, que sua visão do ditador é muitas vezes mais lembrada do que a própria imagem de Hitler.

Chaplin inventou uma língua,tomaniano (de Tomânia, terra dominada pelo ditador), que satiriza o discurso histérico do führer.



A cena mais famosa de O Grande Ditador é quando Hynkel brinca com o globo terrestre, mostrando a intenção do ditador de dominar o mundo; mas, ao final da cena, o balão explode e o ditador chora.

Nenhuma cena poderia ser mais marcante 
e representar melhor a crítica de Chaplin.

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Vídeo da Cena do Globo

The Great Dictator ~ Globo Scene:






Hynkel disputa com Benzino Napaloni (Jack Oakie), ditador de Bactéria, a primazia na invasão de Osterlich, que é o primeiro passo para o ditador interpretado por Chaplin conquistar o mundo.    

Napaloni visita Hynkel em Tomânia, a fim de discutirem um tratado para que nenhum dos países invada Osterlich, uma vez que Napaloni posicionara suas tropas na fronteira com aquele país.

Depois de diversas tentativas dos dois ditadores mostrarem sua superioridade, eles culminam em uma divertida discussão sobre um tratado de paz (que inclui guerra de comida) entre os dois líderes.



Uma vez assinado o tratado, e com Napaloni fora do caminho, Hynkel inicia a invasão.

Hannah, que tinha fugido para Osterlich com os moradores da pensão onde vivia no gueto em Tomânia, mais uma vez se encontra encurralada pelo regime de Hynkel.

Porém, um acaso faz com que o barbeiro judeu acabe tomando o lugar do ditador: para não ser preso, ele assume a identidade de Hynkel e é levado à capital da Tomânia para um discruso de vitória, na convenção do partido.

E o que deveria ser um discurso pelo ódio, 
torna-se um libelo sobre a Paz e a Solidariedade.

Tal discurso é o total oposto do antisemitismo de Hynkel, expondo as ideias democráticas que habitavam
há muito na cabeça do barbeiro.


Discurso de Chaplin em 'O Grande Ditador'




Sobre O Grande Ditador, com texto do Último Discurso:

http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Grande_Ditador



Filme Completo Legendado ~ Blu-Ray: 

https://youtu.be/-IV4t5onobY





Perseguido, a princípio, pelos conservadores estadunidenses,
Chaplin chegou a declarar que exibiria o filme, mesmo que precisasse comprar um cinema para isso.

Felizmente, não foi necessário e O Grande Ditador se tornou um grande sucesso, ajudando a colocar a opinião pública norte-americana contra os nazistas.

Adenóide Hynkel e Benzino Napaloni são paródias a Adolf Hitler e Benito Mussolinrespectivamente.

O nome de Napaloni é também uma vaga referência a Napoleão Bonaparte.

Terra de Osterlich é uma referencia à Áustria, cujo nome em alemão é Österreich.

Paulette Goddard, que faz a personagem Hannah, era esposa de Chaplin.

No momento em que o Barbeiro Judeu faz a barba do careca e faz toda aquela coreografia, toca a 5ª Dança Húngara de Brahms.

música ouvida na cena em que Hynkel dança com o globo é da ópera Lohengrin, de Richard Wagner.

🌟

Filmes de Charlie Chaplin:

http://abre.ai/kYZ



Official Site:

http://www.charliechaplin.com



Biography on Official Site:

http://www.charliechaplin.com/en/biography/articles



Facebook Fan Page:

https://facebook.com/CharlieChaplinOfficial









Charlie Chaplin ~ Desenho sobre foto por Katt Phatlane


Post atualizado em:
– 28 de dezembro de 2015;
– 05 de julho de 2024

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